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26.5.17

5 fatos sobre a música de Lauryn Hill

Uma das artistas mais fundamentais da cena do hip hop feminino completa hoje 42 anos!



A matriarca do rap contemporâneo é uma das grandes influências para 9 entre 10 mulheres da cena do hip hop mundial. Já em suas influências, ela mescla o hip hop a elementos de soul, R&B, pop e reggae. Não foi por acaso que ela se destacou pela primeira vez com covers de Bob Marley & The Wailers e Lori Liebermann, ainda com o grupo The Fugees em 1996. De família musicalmente ativa - sua mãe tocava piano e seu pai cantava em boates locais e casamentos - Lauryn cresceu ouvindo nomes como: Curtis Mayfield, Stevie Wonder, Aretha Franklin, e Gladys Knight. Desde criança, Hill cantava e fazia pequenas participações em programas de televisão e filmes. Seu envolvimento com o grupo de rap e rhythm & blues começou aos 13 anos.



Em 25 de agosto de 1998,  Hill se lançou "solo" com The Miseducation of Lauryn Hill. Foi seu primeiro e último álbum de estúdio, concebido em meio a dificuldades pessoais. Ela queria fazer “música sincera”, diz Chris Nickson em sua biografia da artista – e foi isso o que ela fez.

“[Queria] escrever canções que mexessem comigo, que tivessem a integridade do reggae, a força do hip-hop e a instrumentação do soul clássico”, disse ela à revista Roling Stone em 1999. “[Eu e meu engenheiro trabalhamos num] som cru. Gosto que as pessoas consigam ouvir a voz arranhando. Não quero que tirem [essa característica].”

Após um hiato, Laurinha apresentou o MTV Unplugged; um álbum autobiográfico que fala de suas decepções pessoais, tanto com a gravadora, e seu lado espiritual. O mais intrigante neste novo álbum ela se recusa a cantar musicas de seu álbum anterior, todas as faixas são emocionantes, ele revela muito segredos sobre o mundo da musica.
A ex-integrante dos Fugees não anunciou planos para um disco novo, mas vem se apresentando com mais frequência. Ela gravou músicas novas, como “Neurotic Society” e “Black Rage”.

Ainda assim, nada do que ela fez teve o mesmo impacto sobre o hip-hop e o R&B como seu álbum solo de estreia. Veja como The Miseducation of Lauryn Hill redefiniu a música negra na atualidade.


1. Ela derrubou barreiras para artistas negras.

Miseducation derrubou barreiras. Apesar de não ter sido a primeira a brincar com os dois gêneros, as canções de Hill ecoaram com as massas por causa do casamento entre hip-hop e R&B. O disco vendeu mais de 420 000 cópias na primeira semana, ultrapassando o recorde de Madonna, e desde então já vendeu mais de 17 milhões de unidades no mundo inteiro. “O que Lauryn está fazendo é abrir as portas para artistas mulheres que não são materialistas nem estão mostrando os peitos”, disse RZA, do Wu-Tang Clan, à MTV, em 1998. “Ela representa uma beleza e uma pureza que são mais reais. Ela faz música que as pessoas entendem, e é por isso que tem tanto sucesso.”

21.7.15

Hip-Hop Variant: Nerdice HQs + Gangueragem Hip Hop | Update

O Hip Hop e o universo dos HQ's sempre andaram de mãos dadas, mas a  Marvel Comics resolveu declarar ao mundo o amor pela cultura musical.


Para selar esse amor, a líder do universo dos super heróis dos quadrinhos prestou homenagem em uma série chamada "HIP-HOP Variant".
Cerca de 50 ilustrações estamparão as capas de edições especiais de HQs inspiradas em capas clássicas de bandas e artistas como De La Soul, A Tribe Called Quest, A$AP Rocky, Tyler The Creator, Lauryn Hill, 50 Cent, Dr. Dre, Wu-Tang Clan, entre outros.
A mistura surpreendente entre a nerdice e gangueragem hip hop é parte da reformulação da marca e seus personagens.

Durante anos a Marvel Comics e a cultura do hip-hop mantiveram um diálogo,” disse o editor chefe Axel Alonso. “Neste mês de outubro colocaremos os holofotes no relacionamento que há entre estas poderosas forças, revelando as primeiras, das mais de cinquenta, versões de capas que prestarão tributo a icônicos álbuns que moldaram a cultura pop nas últimas três décadas”

Toda esse buzz da Marvel, sobre as capas e o novo posicionamento, foi vista por alguns como apropriação cultural e apelativa, diante da queda de venda e visibilidade da marca.
Mas é válido considerar a reciprocidade no envolvimento entre as duas culturas
[ Leia "15 Rappers representados em quadrinhos" | Leia "Do RUN DMC ao RUN THE JEWELS: Como os quadrinhos influenciaram o hip hop" ] e atentar-se ao fato de que a maioria dos ilustradores da série são negros... preguiça de discurso extremista.

Se for para falar de fanatismo, falamos sobre o fanatismo de Axel Alonso pelo hip hop, que resultou nessas ilustras bem loucas logo abaixo.


All-New Wolverine #1 by Keron Grant 

Amazing Spider-Man #1 artwork by Mike Del Mundo 

Ant-Man #1 Artwork by Mark Brooks 


Sam Wilson, Captain America #1 Artwork by Mahmud Asrar

Doctor Strange #1 Artwork by Juan Doe 


The Unbeatable Squirrel Girl #1 Artwork by Phil Noto 

18.6.15

Tracklist de "Nina Revisited: A Tribute to Nina Simone" | Coletânea com co-produção de Lauryn Hill e participações de Mary J. Blige, Common e Usher | Updated*



No próximo dia 26, o Netflix disponibilizará em seu catálogo o documentário "What Happened, Miss Simone?", sobre a cantora, pianista e ativista Nina Simone.

Trailer de "What Happened, Miss Simone?"

O lançamento do documentário virá acompanhado de um disco-tributo, com releituras de canções da diva feitas por diversos artistas, incluindo Mary J. Blige, Usher e Lisa Simone, filha de Nina.

Batizada de "Nina Revisited: A Tribute to Nina Simone", a coletânea teve sua primeira faixa liberada. Trata-se de uma poderosa versão de Lauryn Hill para a clássica “Feeling Good”.